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| 20/02/2010 |
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| Publicado em: Pasta de textos | Texto de
Carlos Chaparro
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O Último Sertanejo
"A cultura caipira, cujo símbolo máximo é a viola, e o violeiro, está desaparecendo da própria terra onde foi criada, e virando peça de museu. Substituída pela música e pelo estilo country, um gênero pop misto de influência americana, as antigas toadas e modas perdem seu lugar no coração dos jovens. Para contar essa história melancólica, os repórteres falaram com estudiosos e especialistas, mas também com os violeiros, caipiras e a nova geração do interior de São Paulo."
Eis aí a sinopse da boa reportagem feita por um trio de alunos meus, ao tempo em que lecionava na ECA-USP. Recentemente, encontrei o texto ao remexer papéis na enorme gaveta dos "guardados". E isso se deu, por coincidência, nos dias em que o Brasil chorava a morte de Pena Branca (foto), o cantor-símbolo da nossa melhor música de raiz.
A morte de Pena Branca empresta contundente atualização à peça jornalística que, onze anos atrás, deu NOTA DEZ ao Almir Ricardi, ao Maurício Hashizume e ao Renato Domith Godinho, os três alunos autores. Ao colocar o texto deles no espaço público deste blog, presto homenagem à memória de Pena Branca. Ao mesmo tempo, agrego à defesa (ou à saudade...) da música caipira de raiz os valiosos argumentos e dados que recheiam de conteúdo a reportagem de Almir, Maurício e Renato. |
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| 30/01/2010 |
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| Publicado em: Pasta de textos | Texto de
Carlos Chaparro
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Linguagem gráfica,
artes de interlocução
Leitor não compra jornal para apreciar desenho gráfico, mas para ser bem informado sobre o que lhe interessa. As soluções gráficas devem servir para que o leitor descubra mais facilmente, com mais verdade e prazer estético, o que lhe interessa em cada edição.E aí está definido o papel da criatividade gráfica: evidenciar ao leitor o que lhe interessa e produzir estímulos comunicativos que facilitem o encontro com os conteúdos. |
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| 24/11/2009 |
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| Publicado em: Pasta de textos | Texto de
Carlos Chaparro
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Manipulação,
o controle de consciências
Apesar dos mecanismos e das doutrinas internacionais que consolidam no mundo político a experiência democráticas, ainda são numerosos e poderosos os ditadores bem instalados, uns plenamente assumidos, outros, enrustidos. Uns e outros, de forma ostensiva (com violência, se necessário) ou de forma dissimulada, usam artimanhas da manipulação para impor a sua vontade e o seu mando a populações quase sempre amedrontadas.
A recente visita do polêmico Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil, o incansável/cansativo tom ditatorial da retórica chavista e a cada vez mais explorada proximidade das eleições brasileiras justificam a reapresentação de um texto aqui postado em abril de 2007, mas ainda adequado para leituras críticas dos cenários atuais, nos limites da nossa própria realidade.
Na síntese, escrevia eu então o seguinte:
Criar um pensamento mágico que não passa pela razão é a lógica das manhas e artimanhas da manipulação, das quais fazem parte os slogans, os gestos e os símbolos, responsáveis pela mediação entre os instintos e as opiniões. Sempre com o apoio de mecanismos de repetição – como Salazar fazia e os ditadores e demagogos de hoje também fazem. |
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